19 de maio é o dia da Doença Inflamatória Intestinal

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Nesse dia Brasil e o mundo se lembram da prevenção e cuidados com a Doença Inflamatória Intestinal, que dentre elas esta a  Doença de Crohn e a Retocolite Ulcerativa.
A data é conhecida como o dia da DII ou “World IBD Day”que representa a luta diante desse problema.
Um dia que quando pacientes com DII, os seus apoiantes  em todo o mundo  juntam-se as mãos para aumentar a visibilidade dos IBD, agregar mais compreensão do impacto destas doenças têm na vida e mostrar ao grande número de pessoas afectadas pela doença de Crohn e colite ulcerativa.
Nesse ano o Brasil aderiu essa campanha que é chamada de “Maio roxo”, com o objetivo de chamar a atenção para essa doença que cresce, que atinge cerca de cinco milhões de pessoas em todo o mundo. Para isso vários lugares serão iluminados na cor roxa, inclusive na cidade de São Paulo.
Globalmente, estima-se bem mais de cinco milhões de pessoas afectadas pela doença de Crohn e colite ulcerativa, doença que afeta mais pessoas do que a esclerose múltipla ou HIV e é quase tão prevalente como epilepsia e diabetes tipo 1.
Em quatro continentes, que se reuniram no ano passado para organizar o primeiro Mundial IBD. Os grupos de pacientes dos Estados Unidos, Canadá, Austrália, 23 países europeus, e do Brasil estão trabalhando para criar:
A maior vontade entre o público, a mídia e os empregadores para aprender e falar sobre doenças intestinais para que eles tenham uma melhor compreensão das dificuldades que os pacientes e suas famílias têm de enfrentar.
• Melhor acesso às instalações sanitárias públicas e uma vontade entre as empresas e organizações para fazer as suas instalações sanitárias disponíveis para as pessoas que têm IBD.
• o acesso justo ao bom tratamento de qualidade e serviços de saúde para IBD, incluindo informação e educação para ajudar os doentes e as suas famílias a gerenciar o impacto da DII em sua vida diária.
• Aumento do financiamento para a investigação sobre as causas, melhores tratamentos e uma cura para IBD, incluindo investigação sobre o impacto social e psicológico da doença sobre os pacientes e suas famílias.
• para ser visto como um indivíduo que tem de viver com uma condição médica de longo prazo e não deve ser tratado como alguém cuja vida é totalmente definido por ter IBD.

Portanto, esse dia 19 de maio é imprescindível  porque temas como cuidados, prevenção, custos em saúde e perspectivas na Doença Inflamatória Intestinal serão discutidos com os principais especialistas do mundo.

A Doença Inflamatória Intestinal é uma condição na qual o intestino se torna vermelho, inchado e com presença de úlceras. As Doenças Inflamatórias Intestinais podem ser divididas em dois grupos principais: a Colite Ulcerosa e a Doença de Crohn.

A designação de doença inflamatória intestinal aplica-se essencialmente à doença inflamatória crónica intestinal de causa desconhecida, uma vez que existem outras doenças intestinais inflamatórias ou infecciosas que não se encaixam nesta definição.

Para lá da Doença de Chron e da Colite Ulcerosa, a doença inflamatória intestinal engloba também a colite indeterminada.

Tem-se verificado um aumento acentuado da incidência da doença nos países do hemisfério sul, embora continue a ser mais frequente nos países do hemisfério norte e nos estratos socio-económicos mais elevados.
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Sintomas da doença:

  • Dor abdominal grave ou crónica
  • Diarréia, muitas vezes sangrenta
  • Perda de peso repentina
  • Falta de apetite
  • Sangramento retal
  • Dor nas articulações
  • Problemas de pele
  • FebreTratamento da doença:

    Tratamentos para a doença inflamatória intestinal irão variar dependendo da severidade e da frequência dos seus sintomas. Além de trabalhar duro para manter-se saudável e ativo, especialmente durante períodos de menos sintomas, a maioria dos tratamento para a doença inflamatória intestinal envolve procedimentos médicos. Um especialista formado ou seu médico particular poderá discutir os métodos de tratamento possível com você para encontrar o melhor plano individual de tratamento.

De um modo geral, o tratamento é evoluido em etapas progressivas até se obter uma resposta desejada.

Alguns pacientes evitam alimentos gordurosos e picantes que possam se alto agredir outros pacientes com prognósticos mais graves podem precisar de cirurgia.
Com a colite ulcerosa, de 25 a 40% dos pacientes necessitarão de cirurgia, o que pode incluir a remoção completa do intestino grosso.
Os pacientes que se submetem a este tipo de cirurgia terão de ter bolsas ligadas internamente ou externamente, para a remoção de resíduos.
Com a doença de Crohn, entre 65 a 75% dos pacientes vão precisar de cirurgia para corrigir a estenose, fístulas, ou hemorragias do intestino.
Pacientes de Crohn também podem ter o seu intestino grosso retirado, mas exigem uma bolsa externa.

 

 

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